A pergunta mais importante da vida

A pergunta mais importante da vida, qual é ela?

Muitos de nós começámos, há muitos anos atrás, por fazer esta pergunta:
– O que estou aqui a fazer? Para que é que existo? Qual é o meu fim?
Possivelmente que o mais importante na nossa vida se resume numa pergunta:
– Qual é a pergunta mais importante que possamos fazer na nossa vida?
E possivelmente que a pergunta é mesmo essa. O que ando cá a fazer? Qual é o meu destino? O que dá significado à minha vida?
E o que pretendemos em geral com esta pergunta? Evitar o mal-estar, o vazio…
Para nós (José Figueira, PNL-Portugal), o único sentido da PNL é precisamente este: uma achega para responder a esta pergunta e realizar, na medida do possível, uma sensação de bem-estar que possamos prolongar…
O que pensamos que nos distingue é o fato de que somos altamente exigentes na resposta. De acordo com os princípios que julgamos serem os mais essenciais em PNL, procuramos respostas atrás de respostas… não ficamos presos à publicidade do mercado que nos rodeia com as suas promessas de sucesso e felicidade.
O processo de auto descoberta, feito com toda a honestidade, é o que nos guia! A PNL, neste sentido, é uma ferramenta que, bem empregue, se afigura inestimável e de grande alcance.

2 comentários

  • Concordo inteiramente com a perspectiva deste artigo que me apareceu encadeado num outro da revista de Junho, “Os Meta Programas como caminho para a felicidade”, e do qual gostei muito. E também gostei do encadeamento que faz todo o sentido.
    Após introduzir o leitor de uma forma muito clara ao tema dos Meta Programas e da sua importância e aplicações práticas na adaptação dos vários perfis psicológicos a determinado contexto em determinado momento o artigo concentra-se, na sua parte final, em questões de adaptação.

    Transcrição:

    “A sensação de realização pessoal depende em grande medida do tipo de atividades realizadas, as quais correspondem ou não à preferência psicológica natural e, que em linhas gerais, é formada logo nos primeiros anos de vida. Não ter isto em conta como pessoa ou organização é gostar de andar a bater com a cabeça contra a parede.
    É a diferença entre irmos pela vida de forma fácil, agradável e harmoniosa, ou empregar força bruta para sobreviver lutando contra as nossas tendências naturais. A organização, a empresa, só pode funcionar harmoniosamente, sem grandes desperdícios de energia, se os colaboradores tiverem o perfil psicológico que corresponde à função. O colaborador só funcionará bem se sentir que o que está a fazer se enquadra nele, tanto no que diz respeito a valores como a características de personalidade. Se não houver ajustamento há sabotagem, na maioria das vezes inconsciente.
    É muitas vezes uma questão de autoconhecimento e conhecimento das estruturas que nos movem a nós e aos outros. A grande disfuncionalidade dos encontros reside a maioria das vezes na ilusão de que os outros são como nós! Se estivermos conscientes das diferenças específicas, do perfil psicológico do outro, podemos aproveitar muito mais da funcionalidade da diferença, desde que esta diferença seja aplicada no devido momento e lugar.”

    A questão que coloco é relativa às preferências psicológicas naturais que são formadas nos primeiros anos de vida e cujo conhecimento por parte de cada um presumo contribuirá significativamente para cada qual encontrar a sua pergunta mais importante e respectiva resposta, ou respostas, num determinado tempo pois também presumo que a mesma pergunta possa variar, e, de um modo geral para todos nós, vá variando se continuarmos vivos.
    E a pergunta é: Quais são os 3 factores que através do auto-conhecimento que desenvolvemos ao longo da vida, com ou sem PNL, nos permitem a melhor escolha na opção de nos adaptarmos ao contexto ou de mudarmos de contexto?

    Mário João Russo Responder
  • 1. É talvez pensar que se encontra uma resposta definitiva fazendo perguntas e raciocinando sobre isso (possivelmente que o raciocínio não tem outro fim que a sua própria sobrevivência)
    2. É talvez julgar que através de fazer, seja o que for, encontramos a paz… (possivelmente a paz está lá desde que deixemos de a procurar)
    3. É acreditar que lutando contra o indesejável se chega mais perto (possivelmente que quanto mais lutamos mais nos afastamos do que desejamos e recebemos de presente aquilo contra o que lutamos)

    José Figueira Responder

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