Carisma, aprende-se?

Segundo Robert Dilts, a modelagem de pessoas consideradas carismáticas tais como Luther King, Steve Jobs, Gandhi, trouxeram à luz algumas competências fundamentais que podem ser desenvolvidas com técnicas apropriadas num curso de Comunicação Carismática:

– Em primeiro lugar essas pessoas possuem uma plena consciência da sua mis­são como contribuição para realizar a visão que têm de um mundo melhor;

– Comunicam com emoção de uma forma alinhada e congruente, conectando-se connosco de tal forma que fazem ressoar as suas palavras como saídas de todo o seu corpo;

– Têm consciência de algo que podíamos definir metaforicamente como um “despertar”, o que tem a ver com a expe­riência subjetiva de uma conexão que pode estar para além dos interesses do ego;

– Pressentimos neles uma ligação a qualquer coisa indefinível como um “dom” pessoal, que é uma manifestação individual de uma ligação à experiência subjetiva de uma espécie de energia invisível;

– Fazem uma auto calibragem, desenvolvimento e autogestão desta energia carismática, o que faz surgir neles a “melhor versão” do ser humano;

– Encontram-se intencionalmente empenhados num processo de autoconsciência e autodesenvolvimento contínuo;

– Comunicam a partir do corpo todo, exprimindo a realização prática da sua missão e ajudando os outros a manifestarem a melhor versão deles mesmos.

O desenvolvimento destas competências é feito por um conjunto de ferramentas de PNL da chamada 3ª geração.

Estas ferramentas que levam a um alto autoconhecimento de si mesmo e que nos ajudam a estabelecer contacto direto com o que sentimos como sendo a nossa verdade e significado profundo da vida podem ter como resultado imediato uma comunicação genuína e com paixão, eficaz, dinamizante e inovadora. Num curso destes é desperta a “melhor versão de nós mesmos” capaz de despertar o melhor que há no outro.

 

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