Devaneios à volta do conceito “Tempo”

Apressar-se é, na maioria das vezes, desperdiçar o tempo que se tem”,
assim como, muitas vezes, o melhor que se pode planear é planear que se não planeia.

Só podemos dar a nós mesmos um único presente: saborear o momento que se vive.
Façamos o que façamos só encontramos uma pessoa no nosso caminho, somos nós mesmos
no aqui e agora, no único momento que existe no tempo.

Possivelmente que só existe um único objetivo relevante no tempo de vida de cada um:
É talvez despegar-se do passado e do futuro para realizar o seu propósito – Viver a vida que se tem.
E despegar-se também do agora porque o agora é eterno e não existe porque já passou.
Não se pode agarrar o agora. Na verdade, nem se calhar há tempo. Ora não se pode agarrar o que não existe.
Não adie, nem por mais um dia, o que se não pode adiar.

E, para variar, não vamos mudar de “casa” na esperança de encontrar a casa imudável.
Seria bom ficar Aqui se o Ali existisse.
Aliás, li algures:
“Quando largamos qualquer coisa, temos as mãos livres”

J.F.

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