Encontrar respostas debaixo da Lua cheia

Um dos rituais da Lua cheia é a prática de andar de forma meditativa em Labirintos, uma prática que remonta antes da época medieval, quando as pessoas eram conduzidas nos caminhos espirituais através dos pés: do solo para a alma. O Labirinto é um arquétipo, “uma marca Divina” encontrada em todas as tradições religiosas através do mundo. Ele oferece apenas um caminho a ser trilhado e constitui uma ferramenta que estimula a meditação e remete à experiência da transformação. O percurso é intuitivo e o Labirinto revela aquilo que cada um precisa descobrir na perspectiva de um novo nível de consciência.

Práticas destas conjugam-se muito bem com a Programação NeuroLinguística. É uma forma de aceder a recursos latentes poderosíssimos dentro de nós. Não importa se a pessoa acredita ou não. Se não acredita, se fizer de conta, também funciona . Se acredita, o efeito pode ser ainda maior, mas perde-se o controlo.

Para os bruxos e feiticeiras, sábado 19 de Março, já sabem.
À meia-noite, uma dança debaixo da lua cheia:

1. Faça uma pergunta pertinente a si-mesmo. Muito pertinente.

2. Depois dance debaixo da Lua, num labirinto, numa encruzilhada, na praia, no cimo de um monte ou, simplesmente, à varanda ou à janela.

3. Deixe vir, intuitivamente, a resposta ao de cima. Invoque de novo a Lua e certifique-se que é esta a resposta que precisa.

4. Encontre a seguir um primeiro passo a dar, um passo tal que marque a diferença.

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