Falar em público

Conquistar a audiência com a ajuda de ferramentas da Programação NeuroLinguística

Muitos cursos para o ajudar a “Falar em Público” fornecem um número de técnicas básicas mas também muitas vezes estas afiguram-se insuficientes para tratar aspectos como o medo, a angústia e mesmo o pânico.

Para uma grande maioria de pessoas uma abordagem que dê extra atenção ao trabalho com bloqueios de carácter emocional é essencial. É tão importante aprender técnicas de comunicação que se possam continuar a aperfeiçoar individualmente, como também possuir ferramentas para se poder lidar com os conflitos internos e aumentar o impacto da comunicação. No fundo é dar um grande passo no caminho de libertar e fortificar o “orador” dentro de nós.

Falar em público exige um conhecimento básico do processo de comunicação e de aprendizagem. Implica conhecimentos de planeamento, o desenvolvimento de habilidades relacionais, identificação de padrões na comunicação, condução do público a estados adequados de motivação e aprendizagem, etc..

Mas sobretudo requer do apresentador o controle de estados emocionais internos de recursos.

No final deste curso será capaz de:

Identificar mais conscientemente competências e aumentar o domínio dessas competências necessárias para falar em público;
Identificar os seus pontos fortes e os aspectos que pode aperfeiçoar;
Empregar ferramentas que lhe darão um maior controlo emocional;
Extrapolar muito do aprendido para diversos outros contextos da sua vida profissional e particular.

O curso abrange três áreas:

1. Conhecimento do processo geral da comunicação:
Um modelo de comunicação que poderá servir como manual de instruções para uso do nosso cérebro, a estrutura do pensamento e os níveis a que nos comunicamos com os outros e connosco mesmos, assim como o tipo de intervenções que levam à transformação do pensamento e das sensações e daí ao comportamento.

2. Algumas competências básicas para conquistar o público:
O controlo da empatia e padrões hipnóticos de linguagem, emprego de linguagem sensorial, metáforas, tipos de aprendizagem e a sua estruturação na apresentação, estilos de apresentação, fisiologia e tonalidade.

3. O trabalho com aspectos emocionais:
Gerindo estados de excelência, a auto-imagem e a visualização do grupo, o papel das convicções limitadoras e sua transformação, a motivação e a criação do futuro.

Como trabalhamos

Não se trabalha com vídeo nem powerpoint mas com uma forma de aprendizagem que se chama “sanduíche feedback” em que são salientados os aspectos fortes do orador e o que se pode melhorar. Embora demos atenção às técnicas de apresentação, estamos ainda mais interessados na análise do impacto no público que na técnica observável num meio como o vídeo. As técnicas serão treinadas em sub-grupos e as apresentações gerais para todo o grupo

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