Joseph O’Connor

Não se pode reduzir a PNL a uma única definição. Há muitas explicações do que seja PNL, cada uma como um feixe de luz brilhando de um ângulo diferente. Segue-se uma história. Uma história é “sempre uma fonte mais rica de idéias do que uma definição directa…”

Um menino perguntou à sua mãe: “O que é PNL?”

A sua mãe disse: “Já vou dizer, mas primeiro terá que fazer algo, para que possa compreender. Vê o avô ali na poltrona?”

“Sim”, disse o menino.

“Vá até lá e pergunte-lhe como vai a sua artrite hoje.”

O menino foi até ao avô. “Vovô”, disse ele, “como está sua artrite hoje?”

“Bem, está um tanto ruim, filho”, respondeu o velho. “Fica sempre pior quando o tempo está húmido. Quase não consigo mexer os dedos hoje.” Uma expressão de dor atravessou-lhe a face.

O menino voltou para a mãe. “Ele disse que estava ruim. Acho que ele sente dor. Você vai dizer-me agora o que é PNL?”

“Num minuto, prometo”, respondeu a mãe. “Agora, vá lá e pergunte ao vovô qual foi a coisa mais engraçada que você fez quando era bem pequeno.”

O menino foi até o avô. “Vovô”, começou, “qual foi a coisa mais engraçada que fiz quando era bem pequenininho?”

O semblante do velho iluminou-se. “Bem,” sorriu, “houve muitas coisas. Aquela vez em que você e o seu amigo brincaram de Papai Natal e espalharam talco na casa de banho dizendo que era neve. Eu ri muito – mas eu não precisava limpar tudo”. Fitou a distância com um sorriso.

O menino voltou para a sua mãe. “Você ouviu o que o vovô disse?” perguntou.

“Sim”, respondeu a mãe. “Você mudou o que ele sentia com algumas palavras. Isso é PNL.”

MANUAL DE PROGRAMAÇÃO NEUROLINGÜÍSTICA – Joseph O’Connor

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