Liberdade

Até que ponto nos sentimos livres? Até que ponto somos verdadeiramente livres?

O valor “liberdade”, como qualquer valor aliás, mesmo que aparentemente pareça algo muito bonito, na maioria das vezes representa a teia que inconscientemente nos aprisiona. A tentativa de realização do valor de forma obsessiva, leva a um desgaste enorme de energias. Nos últimos artigos tenho dado atenção especial a este fenómeno – na grande maioria das vezes julgamos que nos estamos dirigindo a algo positivo, ao alargamento das possibilidades inatas, sem nos darmos conta que agimos na forma de piloto automático, inconscientemente, como resultado da nossa história pessoal, sobretudo como resultado de frustrações e traumas, repetindo os dramas do nosso passado. Queremos que haja respeito no mundo, ou queremos ser respeitados? Queremos a lealdade social ou que ninguém nos traia? Queremos realizar o amor ou que nos dêem atenção? Queremos s liberdade como princípio universal, ou não queremos mais a prisão que experimentámos na infância? Isto não é uma subtilidade qualquer, nem um jogo linguístico. Isto faz uma grande diferença na maneira como nos movemos no mundo.

A liberdade é coisa que não existe em parte nenhuma. Nem na política, nem na economia, nem nas nossas vidas.

……………………

 

Este artigo foi entretanto revisto, desenvolvido e publicado no livro “Descobrir a PNL – um ensaio em redor dos temas da Programação NeuroLinguística e das suas aplicações”, de José Figueira, Edições Smartbook.
Pode adquiri-lo nas principais livrarias, ou pela internet, e também pode encomendá-lo online através do nosso site clicando:  https://pnl-portugal.com/os-meus-livros/

Também pode ler um artigo mais completo em: https://pnl-portugal.com/pnl-e-liberdade/

Ou fazer o douwload da versão:    https://pnl-portugal.leadpages.co/pnl-liberdade/