Modelando com PNL

Um modelo é apenas uma metáfora mais ou menos sofisticada para compreender uma parte do mundo. Quando os físicos descrevem o comportamento de um elétron como uma “partícula”, naturalmente isso nos leva a determinados tipos de compreensões e previsões, tendendo a excluir outras. Quando eles descrevem um elétron como uma “onda”, descobrem compreensões e aplicações que não estão à sua disposição quando um elétron é considerado uma partícula. O que é um elétron”realmente”? Sem dúvida, não é uma “onda” nem uma “partícula”.

Esperemos que algum dia, surja alguém com uma nova metáfora que descreva melhor o que um elétron “realmente” é e que nos ofereça uma compreensão mais ampla e profunda. Atualmente, alguns físicos estão usando a metáfora de uma “corda”, que possui tanto as qualidades da partícula quando da onda, e defendem a possibilidade de integração das compreensões obtidas dos modelos da partícula e da onda, e que talvez possa evocar novas compreensões. Os meus conhecimentos em física contemporânea são insuficientes para me permitir saber até que ponto essa nova descrição tem sido útil.

A opinião de Freud sobre os sentimentos e emoções baseava-se numa metáfora hidráulica ou de “encanamento” (seguindo a teoria de Descartes sobre a maneira como o cérebro funcionava). Para ele, os sentimentos eram fluidos armazenados e, se fossem empurrados para uma área de vida, sairiam em algum outro lugar. A terapia primal, uma ramificação, falava de um “poço primal de dor” que poderia ser “drenado” por meio de gritos

Steve Andreas

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