PNL Magazine #2

 

Primavera!

Muitas das minhas associações mentais relacionam-se com a Holanda onde vivi parte importante da minha vida. Ao pensar em Primavera, a primeira associação que faço é com a palavra holandesa “lentekriebels”.  Como se traduz? Encontrei a tradução em diversas línguas, exceto em português. Em francês: “fièvre du printemps”; em inglês: “spring fever”; em alemão: “frühlingsgefühle”.

Ninguém parece escapar à “febre da primavera”?. Porquê? Os raios do sol brilham com mais força o que causa maior produção de vitamina D no corpo! A vitamina D é importante para a produção de hormonas tais como a serotonima e dopamina que podem produzir uma ligeira euforia. A serotonima afeta o humor, influencia a autoconfiança, desperta o apetite sexual e torna as pessoas mais focadas, ativas e com maior necessidade de contacto humano.

Felizmente que, com mais ou menos bom tempo, a primavera chegou até nós na altura exata, ao contrário do que aconteceu na Lapónia. No inverno as temperaturas podem chegar lá aos 40 graus negativos. Leia neste número a história verdadeira (?) do lapão que decidiu investigar porque é que a primavera nesse ano tanto tardava em chegar à Lapónia.

Temos mais artigos que não poderiam vir em melhor altura. A Carla Silva em “Viver a Primavera” fala-nos do amor à natureza e motiva-nos para caminhadas… Ou vamos seguir o exemplo da Manuela Peitz no artigo “Quem quer arruma um jeito. Quem não quer arruma uma desculpa…”? Se há um momento para decidir dar mais atenção ao corpo através do desporto, é agora: a “febre da primavera” pode tornar ainda mais mágicos os “Magic Tuesdays” de que ela nos fala. E se isso ainda não for suficiente, o artigo da Anabela Fernandes fornece uma resposta simples que nos pode aumentar a energia, o ritmo, a motivação para o desporto. E não só. Quer bom humor, mais alegria, animação num jantar de amigos ou criar um ambiente mais romântico na vida de casal? Siga as dicas e encontre a música adequada.

 

Apresentamos neste número um estilo de coaching que provavelmente despertará o interesse dos nossos leitores. Em nós, despertou um interesse tal que nos levou ao Brasil para durante 16 dias vivermos uma experiência inesquecível com Stephen Gilligan e Robert Dilts.

Stephen Gilligan, PH.D., psicólogo, fez parte do grupo original de estudantes que em Santa Cruz nos anos 70 do século passado contribuiu para a criação da PNL. Teve como mentor Milton Erickson e tornou-se um dos primeiros praticantes e professores de hipnose ericksoniana no mundo. No próximo número da nossa revista publicaremos um artigo do próprio Stephen Gilligan sobre “Transe Generativo”.

Robert Dilts também fez parte dos investigadores que estão na origem da PNL. Escreveu desde então mais de 20 livros, tornando-se talvez o mais produtivo autor de PNL. Grande inovador, tem a sua sede em Santa Cruz na Califórnia, a NLP University.

Stephen en Robert estão criando um projeto mundial, o IAGC (The International Association for Generative Change) que promove um trabalho de mudança generativa constituído por psicoterapia generativa, coaching generativo, transe generativo e trabalho sistémico.

Exclusivo para a nossa revista publicamos uma entrevista com Robert Dilts sobre PNL e a sua história e este seu novo projeto mundial em colaboração com Stephen Gilligan.

Neste número podemos ler ainda um artigo sobre o “Coaching Generativo”, uma prática ao nível da identidade, missão e propósito de vida que nos ajuda a viver uma vida consciente e criativa. Pretende despertar e intensificar os recursos mais profundos em nós contribuindo para um mundo melhor.

Que estes artigos possam contribuir para agradáveis momentos de primavera interior!

José Figueira

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *