PNL Magazine #4

Mais um primor a juntar aos primores das nossas últimas revistas. Publicámos nos últimos números duas exclusividades: uma entrevista com um dos nomes mais consagrados no mundo da PNL, Robert Dilts e outra com Stephen Gilligan, um nome sonante da hipnoterapia e um dos maiores conhecedores de Milton Erickson no mundo. Hoje, uma entrevista exclusiva com uma mulher que, desde os primeiros momentos, participou na criação da PNL e continua contribuindo para o seu desenvolvimento: Judith DeLozier, aquela de quem se diz que, entre outras valiosas contribuições, trouxe o elemento feminino à Programação NeuroLinguística.

Por volta de 1980, uma viagem feita da sinergia e sob a inspiração e diretiva de dois génios, Bandler e Grinder, rodeados de outros génios que contribuíram para a construção da PNL, chegou ao fim. Bandler e Grinder começaram então cada um deles, a seguir o seu próprio caminho. E como eles, outros traçaram para si os seus próprios rumos: Gilligan, Leslie Cameron, Gordon, Dilts, Pucelik, Andreas, e muitos outros.

Felizmente que todo o arsenal de conhecimentos teóricos e ferramentas técnicas foi compilado a tempo em NLP I por Dilts, Grinder, Bandler e Judith como podemos ler a seguir no artigo sobre Judith De-Lozier. NLP II nunca mais viria a ver a luz.

Nunca mais? Em 2010 surge NLP II, PNL para a Nova Geração. Os autores são: Robert Dilts e Judith DeLozier com Deborah Bacon Dilts. Oferecemos neste número um artigo baseado no capítulo introdutório deste livro e no último capítulo, a conclusão.

Publicamos também a primeira parte de um artigo de Jean-Luc Monsempès, diretor do Institut Repère em Paris, com excertos de uma formação de Stephen Gilligan: “A Evolução da Hipnose”. A PNL Generativa apela a um trabalho harmonioso entre a mente cognitiva e a mente somática (a consciência e inteligência do corpo). Daí oferecermos aqui uma prática de natureza somática muito simples para lidar com problemas, dificuldades, obstáculos, estados sensoriais desconfortáveis e limitadores que nos permite uma transformação natural na vivência de situações difíceis e nos abre o caminho para novas perceções.

Continuamos a nossa viagem, neste caso uma “peregrinação” no mundo da parentalidade onde tento transmitir em palavras a impressão emocional que me causou o livro da Rita Aleluia: “Mães do Mundo, a Programação NeuroLinguística ao serviço da educação com ética”. Podemos perceber a PNL teoricamente. Podemos inclusivamente praticar muitas técnicas. Sem sentir a sua alma e a aplicarmos concretamente para realizar o nosso propósito no mundo e sem que a ofereçamos aos outros para que eles próprios espalhem valores humanos como amor e respeito, e sem que contribuamos para que a potencialidade dos novos “rebentos” possa crescer, se manifestar em bondade e ser livre, a PNL não tem sentido. É essa mensagem que se respira em “Mães no Mundo”, um dos livros mais lindos que li nos últimos tempos.

Respondendo às perguntas de muitas das pessoas que diariamente nos contactam, fechamos este número com uma explicação simples e o mais exata que nos é possível, dentro da diversidade característica do mundo da PNL, com uma descrição dos diversos níveis formais de certificação.

Aproximam-se dias mais escuros e friorentos. Tudo tem o seu charme. A viagem continua. Que tal luz indireta, lareira, música de fundo e, sobretudo, escutarmos em companhia o bater dos corações? Há palavras que nos aquecem a alma, há gestos graciosos que ficam ancorados na nossa lembrança. Nos dias que se aproximam não deixemos que fiquem em prateleiras esquecidas abraços que ficaram por dar…

José Figueira

PARA LER CLIQUE EM: https://issuu.com/pnlportugal/docs/pnl_magazine_04

 

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