Relação é localização

O pressuposto mais básico do Panorama Social é este:

Relação é localização

Em qualquer relação, o significado emocional da relação é o resultado da localização do “outro” em relação a “mim”, quer dizer, perto, longe, mais alto, mais baixo, aproximando-se, afastando-se, direcção, de frente, de costas, atrás, ao lado…

Esta dinâmica das localizações joga-se no nosso espaço mental, onde têm lugar todas as representações internas.

Assim, as perguntas mais pertinentes que nos podemos fazer, ou fazer a alguém, são, por exemplo, estas:

– Onde é o seu lugar no mundo? Perto, longe, com os outros acima de si, abaixo de si?
– Qual é o seu lugar na linha das gerações?
– O seu lugar de criança entre o lugar dos seus pais?
– O seu lugar em relação aos seus irmãos e irmãs?
– Qual é o seu lugar em relação ao seu marido, à sua mulher?
– Qual é o seu lugar de homem ou mulher entre os outros homens e mulheres?
– O seu lugar em relação aos vivos, aos mortos?
– O seu lugar em relação aos que o (a) traíram?
– O seu lugar em relação aos que traiu?
– Qual é o seu lugar no trabalho?
– Qual é o seu lugar de cidadão? De cidadã?
– O seu lugar na cultura, na religião, no partido?
– O seu lugar na história? E na sua própria história?
– Qual é o seu lugar…

Conhecem certamente este pressuposto básico da PNL:

Se fizer as coisas da mesma maneira, terá os mesmos resultados

Assim, modifiquei um pouco um dos pressupostos básicos da PNL. Um pressuposto básico no Panorama Social poderia muito bem ser este:

Enquanto se mantiver na mesma localização mental na relação, terá os mesmos resultados!

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