Se eu conseguisse o que quero?

Desde o início da aparição da PNL, o inconsciente está central. O inconsciente tem inteligência própria; tem como fim salvaguardar-nos; é o repositório de toda a nossa experiência, conhecimento e competências; é capaz de lidar com inúmeras variáveis simultaneamente, enquanto o consciente é altamente limitado e só em estado de decisões com um número reduzidíssimo de alternativas.
Neste exercício partimos da premissa da sabedoria e do poder ilimitado do inconsciente.

1. Imagine que se dirige à inteligência do seu inconsciente e lhe pergunta:
– O que é que eu quero realmente? Como quero evoluir? Onde quero chegar?

2. E imagine que ouve a resposta, e imagine que leva a resposta a sério.

3. E imagine que transforma essa resposta numa meta e que põe em acção as condições para a formulação de objectivos de sucesso (objectivo formulado de forma positiva; formulado em termos sensoriais, quer dizer, o que vê, ouve, sente, prova, cheira, diz a si mesmo e os outros lhe dizem quando o objectivo estiver realizado; especificado, temporizado, contextualizado; sob o seu próprio controle; e ecológico, quer dizer, se os ganhos na sua realização são superiores às percas, se são de longe superiores aos ganhos que tem não fazendo nada).

4. Qual seria então o primeiro passo que iria dar… agora?

5. Se tudo isto faz sentido, passe então do reino da imaginação à acção:
– Qual o passo a dar que faz com que qualquer retorno seja impossível?

Deixar uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *