Transformação de sensações limitadoras
  1. Identifique um pensamento, sensação, situação, pessoa, contexto, seja o que for que experiencia como desconfortável.
  2. Encontre a metáfora equivalente à situação de desconforto. Pode ser qualquer coisa como: um muro na sua frente, enleado numa teia de aranha, ursos a persegui-lo, um arranha-céus a desabar-lhe em cima, um dia cinzento de chuva e frio, qualquer tipo de monstro, uma barricada… Uma técnica simples para encontrar a metáfora é pensar e vivenciar a situação desconfortável e perguntar-se: – isto é como o quê?
  3. Quando a metáfora tiver surgido na sua mente, imagine-se sentado ou deitado num lugar confortável, de preferência na natureza, e contemple a metáfora com a sua visão interior.
  4. Como um pintor, entretenha-se agora a fazer modificações na imagem: aumente e diminua a imagem, modifique-lhe a cor, afaste-a e aproxime-a, faça-a plana ou a três dimensões, pare-a ou dê-lhe movimento, tire-lhe o som ou experimente envolvê-la em diversas espécies de sons… e dê atenção às sensações que a metáfora transformada produz em si.
  5. Vá fazendo transformações até que esteja satisfeito com a nova forma, ou que a metáfora desapareça ou que talvez surja totalmente transformada noutra metáfora.
  6. Pense agora na situação que está na origem da metáfora e pergunte-se então se é adequada para si, se a pode ficar a ver, ouvir e sentir desta nova forma.
  7. Caso não esteja satisfeito, pode voltar à metáfora e fazer as modificações necessárias. Pode até dar-se o caso que se sinta bem a sentir-se mal e queira voltar, se isso ainda for possível, à situação inicial. Mas agora a escolha é sua.

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