A Base da Motivação

Qual é a pergunta mais importante que vale mesmo a pena ser feita? Será esta: sinto-me realmente feliz? Em Programação NeuroLinguística somos remetidos para esta questão: – estou fazendo na vida o que verdadeiramente me motiva? A base da motivação reside no significado que as coisas, atividades, pessoas e circunstâncias têm para nós. Falamos então de um tema principal nos nossos cursos, falamos de “valores”. Se os nossos valores são realizados sentimos “prazer”. Se não são realizados sentimos “dor”. Para além de estarmos a concretizar ou não os nossos valores, podemos fazê-lo para alcançar prazer (dizemos então que nos movemos por “aproximação”) ou para evitar a dor (falamos aqui de “afastamento”). Infelizmente só uma pequena percentagem das pessoas faz o que faz para realizar o prazer. A grande maioria faz tudo para fugir à dor, quer dizer, para evitar um mal pior. Em linguagem simples: enquanto uns dão atenção às possibilidades que algo lhes oferece, os outros concentram-se em evitar problemas. Escusado será falar aqui do desgaste de energias e da probabilidade acrescentada de acabarem por atingir o que justamente não desejam. O que se aprende nos nossos cursos de PNL à volta deste tema? Primeiro, perceber a nossa motivação profunda. Segundo, ativar as ferramentas para realizar os nossos valores. Terceiro, transformar a forma como gerimos as nossas energias mudando o “tenho que” (para evitar um mal pior, característica de afastamento) para uma vivência das infinitas possibilidades da vida.

Qual é a pergunta mais importante que vale mesmo a pena ser feita? Será esta: sinto-me realmente feliz? Em Programação NeuroLinguística somos remetidos para esta questão: – estou fazendo na vida o que verdadeiramente me motiva? A base da motivação reside no significado que as coisas, atividades, pessoas e circunstâncias têm para nós. Falamos então de um tema principal nos nossos cursos, falamos de “valores”. Se os nossos valores são realizados sentimos “prazer”. Se não são realizados sentimos “dor”. Para além de estarmos a concretizar ou não os nossos valores, podemos fazê-lo para alcançar prazer (dizemos então que nos movemos por “aproximação”) ou para evitar a dor (falamos aqui de “afastamento”). Infelizmente só uma pequena percentagem das pessoas faz o que faz para realizar o prazer. A grande maioria faz tudo para fugir à dor, quer dizer, para evitar um mal pior. Em linguagem simples: enquanto uns dão atenção às possibilidades que algo lhes oferece, os outros concentram-se em evitar problemas. Escusado será falar aqui do desgaste de energias e da probabilidade acrescentada de acabarem por atingir o que justamente não desejam. O que se aprende nos nossos cursos de PNL à volta deste tema? Primeiro, perceber a nossa motivação profunda. Segundo, ativar as ferramentas para realizar os nossos valores. Terceiro, transformar a forma como gerimos as nossas energias mudando o “tenho que” (para evitar um mal pior, característica de afastamento) para uma vivência das infinitas possibilidades da vida.

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