O que é Comunicação Carismática?

Temos geralmente uma ideia do que se trata quando se fala de “carisma”. É um substantivo abstrato multi nterpretável, um “nominalismo” como se diz em Programação NeuroLinguística. É fácil fazer associações a esta palavra. Surgem-nos conceitos como prestígio, capacidade para influenciar e seduzir multidões, fascinação por alguém…
O “Kharisma” é definido nos dicionários como um dom, uma graça, um favor, presente divino, uma prenda.

Fala-se de um magnetismo pessoal ligado ao conceito de energia.
Numa pessoa carismática, vivenciamos a experiência subjetiva de uma espécie de presença centrada e verdadeira que emana graciosidade, suscita devoção, entusiasmo e entrega. Tem um grande efeito nos outros: é inspirador, motivador, desperta o melhor que há em nós. É como se possuísse uma “energia invisível que nos toca”.
O termo foi usado no Cristianismo para indicar diversos dons espirituais concedidos a alguém pelo Espírito Santo para o bem dos homens e para as necessidades do mundo e, em particular, claro, para a edificação da Igreja.

Hoje em dia, é comum partir-se do princípio de que o carisma é algo que pode ser estudado e que as competências carismáticas podem ser aprendidas.
Também se associa o carisma ao seu mau uso por figuras que têm contribuído para a destruição de povos.
Certamente que estas pessoas possuem competências de comunicação capazes de levar ao engajamento de massas, mas a pergunta é se este tipo de personalidades e ações se enquadram na definição de carisma.
O carisma é o oposto a truques. É o oposto a comédia e falsidade, arrogância, esforço, superioridade,
querer parecer bem e impressionar os outros, apresentações em público usando oratória superficial…

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